Aparelho Auditivo

“Não enxergar nos separa das coisas. Não ouvir nos separa das pessoas.”
(Imanuel Kant)

Casal de Idosos

Inicialmente a pessoa com alguma queixa de dificuldade para ouvir sons ou entender bem o que as pessoas falam, por exemplo, deve procurar um médico otorrinolaringologista para uma avaliação. Também realizará, com um fonoaudiólogo, uma avaliação completa da audição (audiometria tonal, vocal e imitanciometria) para que sejam determinados o tipo, grau e configuração da perda auditiva.

A maioria das pessoas tem vergonha de usar os aparelhos auditivos, referindo que “aparecem muito”, “vão dizer que sou velho”, “vou ser estigmatizado”, etc… Só que muitas dessas pessoas usam óculos, sem se preocupar com o fato de aparecerem. Além disso, hoje em dia, vemos várias pessoas usando fones de ouvido para MP3 ou receptores bluetooth sem nenhuma vergonha.

A surdez traz conseqüências, entre elas o isolamento e a possibilidade de depressão. E ela aparece mais do que os próprios aparelhos para surdez.

As pessoas que foram adaptadas com aparelhos auditivos relatam, entre outros, os seguintes benefícios:

• Melhora no relacionamento com a família.
• Melhora em relação a si próprio; auto-estima mais elevada.
• Melhora da saúde mental.
• Maior independência e segurança.

A comunicação entre as pessoas normalmente ocorre através da linguagem oral e, desta forma, ela pode ser concebida como um dos fatores determinantes para a manutenção ativa do individuo na sociedade. Assim, o principal objetivo é melhorar a condição de audição deste indivíduo, tentando restabelecer uma melhor interação social e entendimento da fala que pode ser alcançada com a indicação, seleção e adaptação de um aparelho de amplificação sonora individual adequado para o quadro audiológico.

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